Um paulista dá um passo adiante
Ajudar o próximo é o que me motivou a ser voluntário de uma pesquisa de vacinas anti-HIV. Um amigo me contou sobre o recrutamento de pessoas HIV-negativo para participar de pesquisas de vacinas preventivas. Assim que eu soube, entrei em contato com a unidade, primeiro por telefone e, depois, pessoalmente. Conversei com psicólogos e médicos antes de me tornar voluntário. Após tirarem todas as minhas dúvidas, que eram, principalmente, se havia alguma chance de contrair o HIV devido à vacina ou de acontecer algo com o meu corpo, assinei o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e fui incluído na pesquisa.
Tomei a primeira dose da vacina em julho de 2004, depois foram mais duas e os exames de rotina. Ficarei em acompanhamento pela Unidade de Pesquisa até 2008.
Quando chegarem a uma vacina eficaz contra o HIV, porque eu acredito que chegaremos, poderei dizer para meus sobrinhos, primos e amigos que ajudei a encontrar a vacina! — Cláudio Ramires da Silva, São Paulo
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Cláudio Ramires da Silva, 35, voluntário da Unidade de Pesquisa de Vacinas Anti-HIV do Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS de São Paulo. |